Home          Doença Celíaca e Sensibilidade ao glúten           Quem somos        Fale Conosco         

 

Doença Celíaca

Manual do Celíaco
Perguntas freqüentes
Materiais p/ Download
Sensibilidade ao glúten
Dieta sem Glúten
Dermatite Herpetiforme

Doença Celíaca e problemas bucais

Doenças associadas
Doenças Autoimunes
Diabéticos
Autistas
Síndrome de Down
Epilepsia
Alergia X Intolerância
Receitas sem Glúten 1
Receitas sem Glúten 2

Receitas para

Máquina de pão

Receitas diet s/ Glúten

Produtos sem Glúten

Artigos Científicos
Artigos traduzidos
Livros publicados
Espaço Infantil
Leis e Documentos

Orientação para Restaurantes

 

 

 

Links Importantes:

clique para conhecer

 

 

Coleção de

 textos sobre glúten

 

 

RIO SEM GLÚTEN

no

Instagram

@rio_sem_gluten

 

 

RIO SEM GLÚTEN

no

Facebook

www.facebook.com/riosemgluten

 

 

ACELBRA

Associção dos Celíacos do Brasil

 

 

Portal da

FENACELBRA 

 

 

Página da

ACELBRA-RJ

Associação de Celíacos do RJ

 

 

 

 

Laboratórios para análise de presença de glúten em alimentos:

 

LABCAL - UFSC

www.labcal-cca.ufsc.br/

labcal@cca.ufsc.br

 

 Rod. Ademar Gonzaga, 1346 Itacorubi  Florianópolis - SC CEP 88034-001

TEL (48) 3721-5391 

(48) 3721-5392 

FAX (48) 3334-2047

 

 

Food Intelligence - SP

www.foodintelligence.com.br

 

LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE ALIMENTOS LTDA

Rua Pássaros e Flores, 141 Bairro Jardim das Acácias

São Paulo - SP

CEP 04704000

Tel (11) 5049.2772

Fax (11) 5049.2100

 

 

CEREAL CHOCOTEC - ITAL

http://www.ital.sp.gov.br/cerealchocotec/

Laboratório de Análise de Alimentos

chocotec@ital.sp.gov.br ,
cerealchocotec@ital.sp.gov.br

Av. Brasil, 2880
Campinas - SP
CEP 13070-178

TEL (19) 3743-1960

(19) 3743-1961

FAX (19) 3743-1963

 

 

 

 

 

RECEITAS sem glúten

Blogs:

 

Sabores da Cozinha
sem glúten

(Josy Gomez)

 

Cozinhando sem glúten

(Gilda Moreira)

 

Receitas sem glúten e sem leite da Claudia Marcelino


 

My Delishville

Receitas sem glúten da

 Leila Zandona

 

                                                                                                                                                            

Sensibilidade ao glúten tem novas explicações

 

Proteínas e carboidratos do trigo podem induzir respostas do sistema imune inato 

Por Julianne Wyrick

 

 ‘Você é a enfermeira? Mas você é tão jovem... – perguntei à minha mãe, enquanto voltava lentamente de minha sonolência induzida por anestesia. Aparentemente eu não estava consciente o bastante para saber quem era ela (por sorte, fui bem educada) depois da endoscopia. Depois de amostrar o tecido intestinal, ele poderia me dizer se eu tinha doença celíaca, uma doença autoimune em que alimentos contendo glúten provocam a destruição da forragem interna do intestino delgado.

 

Logo o diagnóstico chegou: negativo. Meu médico explicou que, em vez da doença celíaca, uma “sensibilidade ao glúten” era provavelmente a causa do inchaço e dor abdominal que eu vinha sentindo. Se eu removesse ou diminuísse o glúten na minha dieta, provavelmente poderia reduzir meus sintomas. Foi isso que eu fiz. E na maior parte do tempo, ficar longe do glúten afastou o desconforto.

 

Mas por fim minha formação científica prevaleceu. Precisei saber o que realmente estava acontecendo em meu corpo. O que “sensibilidade ao glúten” realmente significa?

 

Olga Lyubkina/Shutterstock

 

Infelizmente, não existe resposta fácil. Quando pacientes sem doença celíaca exibem sintomas que melhoram com uma dieta livre de glúten, eles são frequentemente classificados como “sensíveis ao glúten”. Esses sintomas podem ir de dores abdominais a inchaço e fatiga.

 

No passado, a própria existência da doença foi questionada devido a seu diagnóstico incerto. No entanto, como aponta o New York Times, novos estudos sugerem que a sensibilidade ao glúten existe de fato.

 

O que isso e outros artigos recentes não mencionaram é que pesquisadores tiveram algumas ideias interessantes sobre seu funcionamento. Também descobriram que a chamada “sensibilidade ao glúten” pode não ser provocada pelo glúten afinal.

 

Para entender novas pesquisas sobre a sensibilidade ao glúten, primeiro é importante entender as duas outras doenças induzidas pelo glúten: a doença celíaca e a alergia ao trigo. As duas doenças envolvem o sistema imune.

 

Na doença celíaca, a presença de glúten no intestino delgado dispara uma resposta do sistema imune adaptativo, a parte do sistema imune que reage a invasores específicos com a produção de anticorpos. A reação imune indesejada acaba levando o corpo a atacar seus próprio enterócitos saudáveis, ou células que forram o intestino delgado.

 

Uma das razões para a ocorrência dessa resposta indesejada é que indivíduos com doença celíaca têm um “intestino que vaza” [leaky gut]. O revestimento do intestino delgado normalmente é revestido de enterócitos “colados” uns aos outros por junções firmes. Em pessoas com doença celíaca, a adesão não se sustenta. Fragmentos de glúten podem escapar por essas lacunas e provocar uma resposta imune adaptativa que danifica o tecido intestinal (o mecanismo completo é descrito em grande detalhe neste artigo de 2009 da Scientific Americanhttp://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=celiac-disease-insights).

 

O segundo tipo de doença induzida por glúten, a alergia ao trigo, também é mediada em parte pelo sistema imunológico adaptativo. Nessa doença, o glúten induz a síntese de anticorpos IgE que provocam uma inflamação. A inflamação pode provocar desconforto local e danos a tecidos saudáveis.

 

Pessoas com “sensibilidade ao glúten”, por outro lado, não apresentam evidências para o tipo de reações imunes que ocorrem em pessoas com doença celíaca ou alergia ao trigo.

 

Então o que está provocando a sensibilidade ao glúten? Algumas pesquisas recentes sugerem que o problema ainda está no sistema imune. No entanto, em vez de ser provocada pela porção adaptativa, acredita-se que está associada ao sistema imune inato.

 

Se o sistema imune adaptativo é um alfaiate que desenha jaquetas personalizadas, o sistema imune inato usa ponchos de tamanho único. Em vez de produzir anticorpos que reconhecem invasores específicos, células do sistema imune inato têm receptores conhecidos como TLRs que reconhecem grandes padrões presentes em grande variedade de invasores. Então, os TLRs disparam uma resposta inflamatória rápida.

 

Um estudo de 2011 descobriu que pacientes sensíveis ao glúten tem maior expressão dos TLRs se comparados a pacientes do grupo de controle. Essa descoberta sugere o envolvimento do sistema imune inato. Além disso, o estudo apoiou a ideia de que o sistema imune adaptativo não está envolvido na “sensibilidade ao glúten”. Enterócitos de pacientes sensíveis ao glúten ficam fortemente aderidos, ao contrário dos pacientes com doença celíaca. Como resultado, fragmentos de glúten não conseguem passar entre as células para ativar o sistema imune adaptativo.

 

Mas será que essa resposta imune é realmente provocada pelo glúten? Dados de outro estudo publicado em dezembro sugerem que uma família de proteínas do trigo pode ser a responsável. As proteínas, inibidores de amilase-tripsina, ou ATIs, ativaram um tipo de TLR e provocaram uma resposta imune inata em células do sistema imune humano e em ratos vivos.

 

Interessantemente, a quantidade de ATI no trigo sofreu um aumento dramático em anos recentes. Proteínas ATI naturalmente protegem o trigo de pragas. Como o trigo é produzido para ser cada vez mais resistente a pragas, a quantidade de ATI também aumenta. Um aumento em ATIs pode explicar o que parece ser uma quantidade cada vez maior de pessoas sensíveis ao glúten.

 

ATIs não são as únicas moléculas não-glúten acusadas de estar por trás da chamada “sensibilidade ao glúten”. Carboidratos do trigo, conhecidos como FODMAPs, também foram implicados. Essas moléculas, no entanto, não provocam desconforto abdominal e outros sintomas devido a uma resposta imune. Em vez disso, a natureza não-digerível desses carboidratos pode provocar retenção hídrica e produção de gás no intestino delgado, levando a inchaços.

 

Ainda que tenhamos feito algum progresso para uma melhor compreensão do que pode provocar a “sensibilidade ao glúten”, ainda restam muitas perguntas. Nesse meio tempo, para quem recebeu a recomendação médica de uma dieta sem glúten, haverá muitos alimentos para escolher, já que o mercado sem glúten continua a crescer. 

 

http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/sensibilidade_ao_gluten_tem_novas_explicacoes.html

 

 

Em breve:

lançamento de novo Apoio

a projetos que beneficiam os Celíacos do RJ

                               

Sua marca aqui!

 

Loja Virtual - produtos s/ glúten

Entregas p/ todo o Brasil

 

 

Loja Virtual - produtos s/glúten

Entregas em todo o Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Licença Creative Commons
This work by www.riosemgluten.com is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Compartilhamento pela mesma licença 3.0 Unported License.

                                                                                                                                Última atualização: 07 agosto, 2016